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	<title>GlueMeOn &#187; internet</title>
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	<description>Consultoria em Comunicação Online</description>
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		<title>Estudo mostra frequência do consumo de mídia</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 19:27:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Angel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[consumo]]></category>
		<category><![CDATA[estudo]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
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		<description><![CDATA[Fonte: Grupo de Mídia Um pesquisa de mídia encomendada pelo Grupo Máquina ao Instituto Vox Popul mostrou que a internet foi a mídia com o maior crescimento em credibilidade. Jornais e revistas perderam mercado e o rádio obteve a melhor média entre os conceitos de avaliação de credibilidade, em uma escala de 1 a 10, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fonte: <a href="http://midiarj.org.br/content/estudo-mostra-frequ%C3%AAncia-do-consumo-de-m%C3%ADdia" target="_blank">Grupo de Mídia</a></p>
<p>Um pesquisa de mídia encomendada pelo Grupo Máquina ao Instituto Vox Popul mostrou que a internet foi a mídia com o maior crescimento em credibilidade.</p>
<p>Jornais e revistas perderam mercado e o rádio obteve a melhor média entre os conceitos de avaliação de credibilidade, em uma escala de 1 a 10, com 8,21. Em seguinda está a internet com 8,20, TV com 8,12, jornal com 7,99, revista com 7,79 e redes sociais com 7,74.</p>
<p>A principal fonte de informação do país ainda é a TV que possui 55,9% de preferência. A internet está em segundo lugar com 20,4%. Depois aparecem: jornal impresso (10,5%), rádio (7,8%), redes sociais (2,7%), versão online de jornais impressos (1,8%), revista impressa (0,8%) e versão online de revistas (0,1%).</p>
<p>O estudo também perguntou quais são as fontes mais acessadas no dia-a-dia e a televisão ficou em primeiro,  99,3% afirmou que assiste TV. Completam o ranking: rádio (83,5%), jornal impresso (69,4%), internet &#8211; sites de notícias e blogs de jornalistas (52,8%), revista impressa (51,1), redes sociais (42,7%), versão online de jornais impressos (37,4%) e versão online de revistas (22,8%).</p>
<p>Foi abordado a frequência de utilização dos meios de comunicação:</p>
<p>A TV teve o melhor resultado, 88,6% disseram que assistem Tv todos os dias; 3,1% apenas de segunda a sexta-feira; 2,5% apenas nos finais de semana; 5,1% sem frequência definida e 0,7% não se informa pelo meio.</p>
<p>Os sites são vistos diariamente por 30,9%; durante a semana por 3,8%; nos fins de semana por 4,1%; sem frequência definida por 14% e 47,2% não se informa pelo meio.</p>
<p>Nesta ordem, o rádio representa: 59,5%; 5,1%; 4,6%; 14,2% e 16,5%.</p>
<p>Jornais impressos: 28,5%; 7%;10,8%; 23% e 30,6%.</p>
<p>Redes sociais: 24,9%; 3,4%; 3,9%; 10,5% e 57%.</p>
<p>Jornais online: 16,7%; 5,3%; 3,2%; 12,1% e 62,3%.</p>
<p>Revistas: 10,4%; 8%; 7,5%; 25,1% e 48,9%.</p>
<p>Sites das revistas: 7,5%; 3,6%; 2,2%; 9,4% e 77,2%.</p>
<p>Entre 25 de agosto e 9 de setembro, a pesquisa conversou com 2.500 pessoas, maiores de 16 anos, no Distrito Federal e nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Fortaleza, Recife e Salvados. O estudo quer entender como o brasileiro se informa atualmente e qual é seu comportamento na frequência do consumo de mídia.</p>
<p>Com informações do AdNews</p>
<p>Para ler a matéria no link original <a href="http://midiarj.org.br/content/estudo-mostra-frequ%C3%AAncia-do-consumo-de-m%C3%ADdia" target="_blank">clique aqui</a></p>
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		<title>Redes sociais aquecem o e-commerce</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Oct 2009 19:48:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Angel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
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		<description><![CDATA[Sites como Orkut e Twitter estão entre os passatempos preferidos do brasileiro, que chega a passar 80% do seu tempo online em redes sociais O brasileiro adora a internet. De acordo com estudo divulgado em outubro pelo Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope), mais 64,8 milhões de pessoas estão conectadas no país. A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sites como Orkut e Twitter estão entre os passatempos preferidos do brasileiro, que chega a passar 80% do seu tempo online em redes sociais</p>
<p>O brasileiro adora a internet. De acordo com estudo divulgado em outubro pelo Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope), mais 64,8 milhões de pessoas estão conectadas no país. A popularização do acesso à internet e a facilidade na aquisição de computadores incluíram as classes C e D na rede e fomentaram ainda mais a inclusão digital.</p>
<p><span id="more-93"></span></p>
<p>Para os empreendedores, a boa notícia é que esses números também apontam para oportunidades de negócio na rede. Hoje o comércio eletrônico já é considerado a melhor possibilidade em termos de negócios no Brasil e projetado como o segmento comercial mais progressor, devido ao seu faturamento e seu crescimento a cada ano. Estimado para mais de R$ 10 bilhões, o faturamento esperado para 2009 supera expectativas de crise e se destaca em comparação a outros setores da economia.</p>
<p>E novas tendências continuam surgindo. Uma outra pesquisa recente, realizada pelo Nielsen Online, mostrou que 80% dos brasileiros gastam seu tempo de acesso na web para interagir em redes sociais, como Orkut, Facebook e Twitter. O país está entre os primeiros na lista de acesso à redes sociais em todo o mundo. E algumas empresas já estão investindo nesse filão para incrementar suas vendas. O objetivo é trazer esse conceito de rede social para os negócios online e vender pela internet de uma maneira diferente que interaja com o cliente e fuja do padrão atual de vitrine virtual.</p>
<p>O Comércio Social atua por meio da interação e diálogo direto com o cliente. Se a oferta for boa, a propaganda é espontânea e gratuita: os próprios consumidores se encarregam de divulgar a loja para sua rede de contatos. Para Conrado Adolpho, diretor da agência Publiweb Marketing Digital, o Comércio Social, é uma plataforma de comércio eletrônico que traz em sua gênese os conceitos de rede social, tendo como forte aliada a comunicação realizada na web 2.0.</p>
<p>&#8220;Com um bom planejamento, essa estratégia vai gerar um número crescente de vendas qualificadas, porque trabalha continuamente a fidelização e a formação de uma comunidade para a marca. Inicialmente é preciso gerar demanda, não há comunidade sem pessoas. Assim, a empresa deve realizar uma ação para não perder os usuários que já visitaram o site pela primeira vez&#8221;, comenta Adolpho.</p>
<p>Quem possui uma loja virtual deve pensar em ações, portanto, para aproximar esse usuário das vendas. Podem ser promoções relâmpago, concursos culturais, fóruns. O importante é que os consumidores possam opinar, conversar e contribuir para facilitar a navegação e o prazer da compra.</p>
<p>Para o micro e pequeno empresário que visualize no e-commerce uma oportunidade real de negócio esse é um meio de diferenciação no mercado, pois a visão do consumidor também está mudando. Um depoimento positivo de um cliente está começando a ter mais peso na decisão de compra do que a grife do produto, por exemplo.</p>
<p>Da mesma forma, opiniões negativas se propagam muito mais depressa e podem gerar uma péssima publicidade para as marcas que não estejam atentas à divulgação de seu nome e produtos na internet. Portanto, quem deseja investir no comércio social deve procurar conhecer bem as ferramentas disponíveis e atuar com transparência junto ao consumidor.</p>
<p>Fonte: HSM Online<br />
30/10/2009</p>
<p><a href="http://br.hsmglobal.com/notas/55242-redes-sociais-aquecem-o-e-commerce?utm_source=301009_digital&amp;utm_medium=301009_digital&amp;utm_content=301009_digital_redes-sociais-aquecem-o-e-commerce&amp;utm_campaign=301009_digital" class="broken_link"  target="_blank">Link original da noticia aqui</a></p>
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